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Artigo do Jornal: Jornal Fevereiro 2021

Sobre o autor

Marcus de Mario

Marcus de Mario

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A chegada de um filho deve ser um momento de ternura e alegria para os pais, que passam a ter a responsabilidade pela sua criação e educação. Sobre a criação, não restam dúvidas quanto aos cuidados que se devem tomar para sua plena saúde, seu desenvolvimento sadio. Assim, o acompanhamento pediátrico, as roupas, os brinquedos, as vacinas, os passeios, as comemorações de aniversário, enfim, tudo o que se prende à boa criação dos filhos é normalmente providenciado, independente da condição financeira da família, pois não se poupam esforços, mesmo sacrifícios, pelos filhos no período infantil.

O mesmo deveríamos falar com relação à educação, mas nem sempre isso acontece, pois muitos pais, seja por ignorância ou descuido, não dão a mesma importância ao educar, que dão para o cuidar.

Um bom exemplo disso está na observação e correção das tendências de caráter do filho. A criança, desde pequena, apresenta comportamento birrento, violento, egoísta e, apesar das queixas recebidas de terceiros, os pais nada fazem para corrigi-la, deixando que essas tendências se consolidem, tendendo com o avanço da idade a ficarem mais desenvolvidas.

É comum ouvirmos os pais dizerem que “é só uma fase, isso vai passar”, ou que “isso é coisa de criança, depois muda”, ou ainda que “estão de implicância com nosso filho”. Essas desculpas, em tempos de muito conhecimento científico e pedagógico sobre o período infantil, não possuem fundamento.

Os pais têm a missão sagrada, conferida por Deus, de educar os filhos. É responsabilidade assumida antes da reencarnação, já no mundo espiritual, e pela qual terão de dar contas, terão de responder.

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