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Artigo do Jornal: Jornal Setembro 2021
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O Espiritismo trouxe para as telas do cinema uma nova visão sobre a vida e a realidade após o sepulcro. Durante muito tempo, o público ficou refém das produções sensacionalistas, que traziam uma linguagem amparada por cenas assombrosas, destacando somente o sobrenatural. A falta de conteúdo fez com que essas produções se perdessem por completo e o público passou a considerá-las como um entretenimento sem importância e interesse.

Devemos observar que os produtores estavam distanciados dos saberes reais já existentes sobre a vida e morte.

A Doutrina Espírita teve o seu lançamento em 18 de abril de 1857, e gozava da sua divulgação nas Américas e na Europa. Muitos adeptos e simpatizantes viam no seu conteúdo um compromisso sério com a verdade. Somente no ano de 1895, trinta e oito anos depois do lançamento do O Livro dos Espíritos, por Allan Kardec, que surgiu o nascimento do cinema na França pelos irmãos Louis e Auguste Lumière.

Concluímos, contudo, que não foi por falta de leitura aprofundada sobre o tema, pois a literatura fundamentada e consagrada por diversos cientistas laureados em suas pesquisas de âmbito internacional haviam aprovado o livro de Allan Kardec e davam conta da sua existência como propaganda.

Tudo leva a crer que os produtores da época nunca se debruçaram as evidências ditadas pelos Espíritos Superiores, bem como se interessaram pelas pesquisas notáveis desses cientistas do mundo acadêmico. O tempo é o melhor talismã que devemos aproveitar e no século XX surge o interesse da Indústria de Cinema dos Estados Unidos, com a particularidade de retornar ao assunto e produzir novos trabalhos apoiados nas orientações expostas na Codificação Espírita.

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