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Médico, jornalista espírita, o Dr. Randolpho Penna Ribas teve seu nome incluído entre os cidadãos honorários da Guanabara por serviços relevantes prestados em vários setores - profissionais, beneficentes e religiosos.
Filho de João da Costa Ribas e Claudina Penna Ribas, nasceu a 4 de fevereiro de 1907, em Paraíba do Sul e desencarnou em 11 de abril de 1994 em Niterói, Rio de Janeiro. Formou-se em Medicina, em 1930, pela Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro, sempre colocado entre os primeiros da turma. 
Foi residente, como interno, sem remuneração, no Hospital Marítimo Paula Cândido, em Jurujuba, onde permaneceu 4 anos em contato com as mais temíveis doenças infecto-contagiosas. E foi num plantão do Dr. Penna Ribas que deu entrada no Hospital, com suspeição de pneumonia, um soldado do 23º Batalhão de Caçadores, então sediado em São Gonçalo. Após examiná-lo cuidadosamente, o do Dr. Penna Ribas diagnosticou peste bubônica - forma pulmonar. Caso raro de doença temível, que outrora, em poucos dias dizimou cidades! Horas depois o soldado morreu e imediatamente Penna Ribas comunicou-se com a Saúde Pública. O diagnostico foi confirmado evitando que São Gonçalo, Niterói e, com certeza, o Rio de Janeiro, fossem surpreendidos por uma epidemia de imprevisíveis dimensões.

É de justiça, porém, ressaltar a inestimável ajuda que recebeu de sua enfermeira - Palmyra de Carvalho Ribas - que, além de estímulo à luta pela vitória na profissão, ainda o converteu duas vezes: a primeira, por sua prodigiosa mediunidade, ao Espiritismo; a segunda, por ter sido curada pela Homeopatia, depois que falhara a Alopatia, a doutrina de Samuel Hahnemann, na qual se tornou famoso.

Devotado à caridade, o Dr. Penna Ribas foi fundador da Associação Espírita Jesus Cristo, Presidente da Federação Espírita do Estado do Rio de Janeiro e fundador e Presidente, ininterruptamente reeleito, da Sociedade de Estudos e Pesquisas Espíritas (SEPE), em cujos Ambulatórios sempre atendeu, com prejuízo de sua clínica particular, numerosos doentes pobres. Jornalista e doutrinador, o Dr. Penna Ribas escreveu em "Vanguarda", no Rio, e em " O Estado" , "O Fluminense" e no "Diário da Manhã", Também foi fundador e redator-responsável da revista SEPE. Proferiu palestras doutrinárias através da Rádio Guanabara, da Rádio Mundial e da Rádio Copacabana.

Foi fundador e Presidente da Associação dos Jornalistas Espíritas. Realizou por anos pesquisas Científicas para provar as Espiritopatias, doenças causadas por espíritos, onde defendeu suas teses em programas de TV no Rio, em São Paulo e em Curitiba. Sobre o assunto foram publicadas duas reportagens de repercussão mundial, em " O Cruzeiro".

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