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Artigo do Jornal: Jornal Novembro 2019
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Encerrando o Seminário Setembro Amarelo 2019, promovido pelo Grupo de
Estudos Espíritas ACVannucci e o Teatro Vannucci, no dia 18, Nadja do Couto Valle, doutora em Filosofia, mestre em Educação, professora universitária, escritora, editora da Revista Cultura Espírita, do Instituto de Cultura Espírita do Brasil-ICEB, produtora e apresentadora de programas na Rádio Rio de Janeiro, abordou o tema "Prefiro Viver".

Face ao congestionamento que tomou conta da cidade do Rio de Janeiro, naquela tarde-noite, o evento teve em seu início a participação de Joel Vaz, até que a expositora chegasse ao teatro.

Logo que chegou, Nadja começou por dizer que a origem da vida, que permeia todos os universos, é prerrogativa de Deus, com seus desdobramentos como vida.

A professora abordou o planeta Terra como escola e hospital, como campo para o desenvolvimento da inteligência e do sentimento da criatura humana, nas vivências de sofrimentos, misérias, perda de entes amados e de outros desafios, o papel da fé no futuro e da confiança na Justiça Divina. E lembrou, neste caso, o Sermão da Montanha, sobre os sedentos de justiça e sobre o jugo leve de que nos falou Jesus.

Falou sobre os princípios que definem o que esperar após esta vida e traçou linhas de evolução do indivíduo e da sociedade ao longo do tempo e das civilizações.

E sobre o “Prefiro Viver”, falou sobre o que é preferir, seus fundamentos psicológicos, sociológicos e espirituais, e sobre as reações comportamentais das criaturas diante dos desafios da vida.

Destacou os que preferiram seguir Jesus e os que se desiludiram e criaram carmas para outras encarnações, inclusive os suicidas, e o que os espera na vida futura.

Falou ainda sobre as duas energias, ou forças, que o homem traz em si mesmo, uma que leva o homem a desejar a vida e lutar por ela e a outra que o inclina para a destruição, no geral, em vários campos de sua relação com a Natureza e com o outro, chegando mesmo à destruição ou interrupção de sua própria vida.

Nadja deixou uma mensagem final de esperança, destemor e confiança perante os desafios da vida, diante da vida, que reserva felicidade, serenidade e alegria divina a todos os filhos de Deus, que mais cedo ou mais tarde sentirão e viverão essas experiências de plenitude de vida e de progresso espiritual.

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