pteneofrdeites
Compartilhar -

Há muitos séculos muitos e muitos, em muitas nações e de muitos modos, se têm debruçado sobre estudos e buscado esclarecer e aperfeiçoar as questões e demandas pelo direito de cada um e das coletividades, de maneira geral, em função das situações e condições da humanidade e das sociedades, sempre diferenciadas no decorrer dos tempos e dos interesses, melhores ou piores, pessoais e/ou coletivos.

O que na maior parte das vezes não se levou em conta é que, desde as épocas mais primitivas como seres humanos, percebemos em nosso íntimo, primeiramente meio indistintamente, o sentimento inato de justiça (1), ainda rudimentar, mas que mesmo assim nos levava a certas noções de respeito ao direito, por exemplo, de sobrevivência e subsistência de outro ser humano.

Por conseguinte, foram criando-se agrupamentos que, crescendo e desenvolvendo-se, necessitaram de determinadas regras de conduta comunitária. Daí surgiram as comunidades e, a seguir, as sociedades, que passaram a requerer a normatização de procedimentos mais amplos e complexos, a fim de que os direitos das pessoas não fossem violados, além de exigirem o cumprimento de deveres específicos nesse sentido.

Está gostando deste artigo? Deseja ler mais?

Por favor faça o login abaixo

Compartilhar
Topo
Ainda não tem conta? Cadastre-se AGORA!

Entre na sua conta