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Em verdade, o que é conhecida como vitamina D, trata-se de um hormônio (revelado na década de 1930) esteroide, lipossolúvel, essencial para o corpo humano e sua ausência pode proporcionar uma série de dificuldades no corpo físico. Primeiramente, devemos saber que essa importante substância controladora de 270 genes é produzida, de forma endógena, nos tecidos cutâneos após a exposição solar, porquanto os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar sua síntese. A fonte solar é responsável por 80 a 90% da vitamina que o corpo granjeia. É significativo apontar que, em decorrência da vida moderna, com as pessoas confinadas em ambientes fechados, perde-se a oportunidade de absorção desejada da preciosa substância. Ideal é a exposição da pele direta ao sol forte, na posição horizontal, com grande extensão de pele descoberta e sem a administração de qualquer bloqueador ou filtro solar. As pessoas claras, jovens e com peso normal devem ficar pelo menos 15 minutos em contato com a radiação, no horário ideal, entre 10h e 16h, três vezes por semana. Recomendável não passar muito do tempo pela possibilidade do desenvolvimento de câncer de pele. As pessoas com algum histórico devem acautelar-se, complementando a pequena exposição com a suplementação adequada do hormônio.

Indivíduos de cor negra, assim como obesos e idosos, devem se banhar mais tempo. Preferencialmente ficar em posição horizontal e com grande extensão de pele descoberta, principalmente braços e pernas. Importante frisar que a vitamina D não é produzida na parte superficial da pele. Pelo contrário, os raios UVB penetram em camadas mais profundas da epiderme, local onde é absorvida a substância em tela. Portanto, o banho após a exposição solar não é prejudicial. Para evitar o risco do câncer de pele, é deveras importante, após a exposição solar conveniente, aplicar o filtro, nas áreas expostas (braços e pernas). As áreas poupadas devem já estar protegidas, anteriormente, principalmente o rosto.

A vitamina D é obtida, igualmente, através da ingesta de alguns alimentos, especialmente peixes gordos, como salmão selvagem, sardinha e atum. É encontrada, igualmente, nos frutos do mar, carnes, gema do ovo, leite, fígado, queijos, iogurte e cogumelos. Contudo, é imperioso destacar que estudos modernos reveIam a intensa dificuldade de obter-se quantidades adequadas de vitamina D, através da alimentação, a qual contem quantidades pequenas do hormônio. Também pode ser produzido em laboratório e ser prescrito na forma de suplemento, quando há a necessidade em casos de deficiência, em prevenção e tratamento de uma série de doenças.

A vitamina D é um hormônio esteroide, cuja principal função é regular o metabolismo ósseo, aumentando a absorção do cálcio. Sua carência, muito grave, leva a uma doença chamada de raquitismo, que é a falta de mineralização dos ossos, com deficiência de crescimento, encurvamento dos ossos nas crianças, dor óssea, fraqueza muscular e possíveis fraturas nos adultos. Muitos estudos relatam que age no combate à depressão e sua deficiência está relacionada aos diversos agravos à saúde. Sabe-se que a falta do nutriente favorece dezessete tipos de câncer.

Como colabora para o bom funcionamento do sistema imunológico, é deveras utilizado na prevenção e tratamento da COVID-19, o que já foi comprovado por inúmeros pesquisadores, apontando a associação entre níveis séricos baixos de vitamina D e a gravidade da peste chinesa associada à mortalidade, principalmente em idosos, obesos, diabéticos, asmáticos e portadores de outras doenças crônicas. Portanto, no período de pandemia atual, é importantíssima a necessidade da ingestão ou absorção desse importantíssimo hormônio.

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