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Com boa dose de irreverência e muito bom humor costuma o povo afirmar que sete é conta de mentiroso.

Se assim é, setenta é conta de quem só diz a verdade.

Como os artigos publicados nesta coluna, na presente edição, estão completando o número de setenta, já é hora de agradecermos a DEUS e ao Saulo de Tarso, editor, o privilégio de durante tanto tempo ter escrito neste jornal, independente e digno, que não exerce censura sobre os seus cronistas e colaboradores, e que jamais deixa de prestigiar a Codificação de Allan Kardec.

Parece-nos também ser hora de fazer sincera autocrítica, reconhecendo que talvez tenhamos sido algumas vezes intolerantes e polêmicos em demasia, embora sem nunca deixar de agir equilibradamente, em um meio termo entre pomba da paz e galo de briga.

Modéstia à parte, fingimento e hipocrisia também, julgamos ter cumprido corretamente, ou pelo menos melhor forma que nos foi possível, nosso dever de espírita, cuja formação doutrinária foi feita sob a orientação competente e generosa do saudoso mestre Dr. Carlos Imbassahy, a quem devemos tudo o que somos filosoficamente na atual encarnação.

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