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Artigo do Jornal: Jornal Abril 2021

Sobre o autor

Fátima Moura

Fátima Moura

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Dados de uma pesquisa muito interessante publicada pela revista “Psychological Science” no fim do ano passado, trouxeram novidades ao universo da longevidade e do público denominado de “terceira idade”. O estudo mostra que as pessoas que sentem-se entusiasmadas e alegres com maior frequência, que cultivam sentimentos positivos em seu dia a dia, têm mais chances de não enfrentar problemas de declínio da memória com o passar do tempo e sentem-se realmente mais dispostos e imunes a algumas doenças. A doutora Claudia Haase, professora da Universidade de Northwestern, em entrevista a vários órgãos científicos, relatou estar bastante animada com os resultados da pesquisa, pois apesar da constatação de que a memória se deteriora com o envelhecimento, “os que dispõem de uma gama maior de sentimentos positivos apresentam um declínio menor dessa capacidade”, afirmou. Paralelamente a esse, outro importante estudo aponta que crianças com maior autocontrole se tornam adultos mais saudáveis.

Aqueles que, na infância, eram capazes de controlar seus sentimentos e comportamentos, envelheciam menos rapidamente do que seus pares da mesma faixa etária. Seus corpos e cérebros eram biologicamente mais jovens e sadios.

Ao longo das entrevistas realizadas durante anos, os que pertenciam ao grupo com maior autocontrole demonstraram estar mais bem preparados para lidar com os desafios, de saúde, sociais ou até financeiros, que ocorrem com frequência na vida adulta.

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