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Artigo do Jornal: Jornal Fevereiro 2021

Sobre o autor

Jacob Melo

Jacob Melo

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Se desde o início se prestigiou uma ciência e, se essa ciência continua oferecendo campos para avanços e benefícios, como se pode justificar o menosprezo à mesma?

Acredito que a comparação possa ser considerada como muito forte, mas como temos reagido a fenômenos de filhos agredindo ou desprezando seus pais, especialmente sua mãe?

Um comercial tem sido repetido insistentemente nas televisões e usa um refrão muito relevante: “não basta concordar; é preciso fazer!” E é exatamente isso o que está sendo pesado e pensado: por que não se faz? Por que não fazer?

Sim... Estou pensando no Magnetismo quando escrevo essas coisas... Ele está na base espírita, de uma forma inseparável, e oferecendo riquezas imensas para que o melhor alcance do Espiritismo seja atingido, porém não parece permanecer na base do que usualmente chamamos de movimento espírita.

Isso fica fácil de se perceber quando, corroborando com o que já expus, se divulga a mancheias ser preciso estudá-lo, entendê-lo, praticá-lo e vivenciá-lo, para tanto se destacando a vigorosa tríade: Filosofia, Ciência e Moral. Mas como fazer ciência espírita sem seu par inarredável – o Magnetismo? E como penetrar na Filosofia sem questionamentos, sem dúvidas, sem ideias com propostas resolutivas? E assim, cabe ainda a questão: onde fica a moral se nos apartamos da base?

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