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Artigo do Jornal: Jornal Agosto 2016

Sobre o autor

Jacob Melo

Jacob Melo

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Há coisas que pedem, literalmente, que estejamos de olhos abertos para ver. Outras ainda solicitam ajuda de aparelhos: lentes, lupas, eletrônica... algumas, entretanto, apenas pedem lucidez ou interesse em enxergar.

       Para se perceber o quanto o Magnetismo está vinculado ao Espiritismo não é necessário quase nada disso: basta simplesmente acreditar (ou querer acreditar) no que se lê. E não me refiro apenas às obras de Allan Kardec, bem se vê!

       As demandas históricas, que buscavam trazer à luz todas as evidências oriundas dessa ciência, quase sempre se traduziam na briga contra uma aristocracia acadêmica que teimava em não querer ver a manifestação desse poder humano sobre o próprio humano. Rechaçado como místico ou ilusório, o Magnetismo ali encontrava teses contrárias, muito mal fundamentadas, repletas de ranços e preconceitos. Além de ter opositores que simplesmente não creem no que não veem, existem os que mesmo vendo não acreditam. E para esses as consequências não estão respondendo às causas da ação do Magnetismo e sim trazendo o retorno do fortuito, chamado acaso, imperando nos domínios do “não quero ver nem saber”.

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