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Artigo do Jornal: Jornal Janeiro 2022

Sobre o autor

Pedro Valiati

Pedro Valiati

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Estabeleceu Kardec, de forma absolutamente inclusiva, no Evangelho segundo o Espiritismo, parâmetro básico para que se possa denominar espírita, independente dos vínculos e ações pretéritas. Recordemos.

Reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para domar suas más inclinações.” (Allan Kardec, ESE, XVII, 4)

Sendo assim, alcança-nos o sentimento, o codificador, ao afirmar que o Pai nos receberá em Sua seara, pela dedicação no esforço renovador, independente dos gravames infelizes os quais carregamos nos encargos da culpa. O Deus que a Doutrina Espírita reconhece é o Deus da oportunidade.

Possivelmente, tenhamos trafegado a alma em eventos infelizes da história do planeta, arrebatando para as mãos, pelas próprias deliberações, o lodo sujo de episódios infelizes da humanidade. Muitos de nós, partícipes da insânia do pretérito, nos reencontramos com a finalidade de reestabelecer, com o trabalho devotado, a sentença de novos sentimentos ao coração, sempre pelo caminho dos esforços individuais, nas trilhas da renúncia anunciada.

A grande maioria de nós, espíritas, carrega na alma o espólio das derrotas morais do passado. Talvez, tenhamos nos perdido nas grandes guerras ou, quem sabe, produzido a violência de toda ordem nas cruzadas; provável, ainda, estivéssemos presentes na noite de São Bartolomeu; deturpado, pela própria conveniência, a mensagem Cristã nos primeiros séculos do cristianismo; nos colocado na condição de perseguidor cruel dos seguidores do Mestre; ou até mesmo, sujado as mãos diante do mais puro Ser deste planeta, nos episódios da crucificação.

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