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Artigo do Jornal: Jornal Dezembro 2021

Sobre o autor

Pedro Valiati

Pedro Valiati

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LE. 886: Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas.

Convergentes, jamais antagônicas ou contraditórias; completam-se e movem a Divina engrenagem do micro atômico ao macro universal. As leis de Justiça e Amor serão o tema dos próximos artigos, examinando de forma mais ampla os mecanismos, em forma de leis, da bondade suprema de Deus.

Para iniciarmos o estudo, entendamos o princípio maior do amor, revelado nas leis Divinas: inexistência de penas eternas. O que se equivale a dizer que Deus jamais desistirá de um filho, ou seja, sempre o colocará em situação a fomentar-lhe o arrependimento e reavaliação de seus respectivos atos.

Por outro lado, a Lei de Justiça reivindica as irresponsabilidades, inconsequências e delitos, em geral representados nos distúrbios da vaidade, orgulho e egoísmo.

Como estamos estudando Leis Divinas, vale compreender os mecanismos de Deus para executar, de forma coletiva, as Leis de Amor e Justiça perante massa calceta e displicente para com os próprios deveres. Iniciemos por Santo Agostinho, no item 13 do cap. III do Evangelho segundo Espiritismo:

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