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Artigo do Jornal: Jornal Novembro 2021
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Há um relato bem significativo, no Evangelho de Mateus, descrevendo que, após o falecimento de Jesus, muitos fenômenos físicos aconteceram, inclusive a ruptura, no Templo de Jerusalém, do envoltório que abrigava o tabernáculo com a Arca da Aliança, rasgando-se em dois, de alto a baixo (1). O manto dilacerado era considerado sagrado e só era descerrado, uma vez por ano, somente pelo sumo sacerdote. Ninguém mais poderia tocá-lo, nem mesmo o rei; contudo, seres espirituais lograram penetrar no tabernáculo e dilaceraram a cortina, por conta de um fenômeno, perfeitamente explicado pela excelsa Doutrina Espírita, enquadrando-o como resultante da mediunidade de efeitos físicos.

Certamente, os espíritos responsáveis pelo ocorrido podem ser relacionados, na Escala Espírita, como seres ainda imperfeitos, situados na Terceira Ordem, Sexta Classe (2), os quais vivenciavam intensa revolta, inconformados com o que aconteceu com o Mestre. É imperioso ressaltar que para haver expressão física, os espíritos necessitam da presença de energia espiritual (ectoplasma) liberada por sensitivos denominados de médiuns de ectoplasmia. Certamente, no caso em tela, o responsável pelo fenômeno foi o próprio Jesus, no momento de seu passamento. Inclusive, corroborando a liberação marcante da substância ectoplasmática, há a revelação da presença de mortos materializados, aparecendo a muitas pessoas, na chamada cidade santa (3).

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