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Artigo do Jornal: Jornal Setembro 2021

Sobre o autor

Pedro Valiati

Pedro Valiati

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Sem a mínima pretensão de ajustar os precisos conceitos doutrinários acerca das nomenclaturas espíritas destinadas aos nossos irmãos, os quais se consideram inimigos do invisível, apenas desejamos refletir um pouco melhor acerca das causas das obsessões na atualidade, diferenciando a influência obsessiva do processo em si.

Certa vez, em sala de aula, em curso de introdução espírita, foi-me perguntado, de forma corajosa, “Por que Deus não põe esses obsessores em uma jaula e manda eles para longe?”.

Adentrando as páginas do livro Amanhecer de uma Nova Era, Divaldo Franco e Philomeno de Miranda, deparamo-nos com a resposta, mais precisamente nos caps 6, 7, 10, 12 e 17 (Pg 115). Onde estariam aqueles sendo desonrados em sua dignidade e família, diante das violências insanas de outrora? Qual a destinação dos que sofreram as violências atrozes de outras épocas, em nome da religião?; E o que dizer dos vilipendiados e espoliados em suas posses, nas execuções injustas, ou nos torvelinhos de tantas guerras no pretérito? Os violentados e queimados nas insanidades religiosas do passado?; Ainda, os presos, mutilados, afastados da família, executados e humilhados nos inúmeros conflitos internos das nações?

Se tantos irmãos, hoje, exercem as tarefas obsessivas cruéis, é porque, no passado, muitos destes trajaram as vestes das vítimas indefesas.

É bem verdade que assim o agem por opção, onde naturalmente, colherão os frutos da insânia atual, porém, cabe aqui a reflexão: a estes, a melhor definição cabe em obsessores ou cobradores?

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