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Artigo do Jornal: Jornal Fevereiro 2021

Sobre o autor

Djalma Santos

Djalma Santos

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Acredito que, desde as mais priscas eras, de tempos mais remotos, o homem terreno vem pesquisando e informando-se a respeito do além, ou mundo espiritual, a fim de saber como vivem as pessoas que atravessaram as águas enigmáticas do rio da morte e se encontram em faixas vibratórias do espaço, vivendo como Espíritos sem o corpo físico.

As informações que chegam até nós, encarnados, são muitas, mas não têm nem a precisão nem a confiabilidade que gostaríamos, e cada sábio, escritor, ou filósofo diz algo diferente, e nem mesmo as notícias que chegam através da mediunidade são confiáveis, porque o fato do informante ser um espírito desencarnado não diz muita coisa, visto que a morte não transforma as pessoas nem em sábias, nem em santas, e muitas vezes o desencarnado sabe menos que o encarnado.

Existem, também, os milhares de livros que tratam do assunto. Ainda assim, não podemos afirmar com certeza que a exatidão das informações, porque cada escritor aborda o assunto de acordo com sua ótica, complicando ainda mais o esclarecimento dos fatos. Na realidade, as informações chegam até nós de forma homeopática, gradativa e, com isso, aprendemos aos poucos, mas com segurança, porque Deus só nos envia aquilo que podemos suportar, ou seja, coisas simples, deixando para depois as coisas mais complexas, para quando estivermos mais adiantados no campo da espiritualidade.

A religião cristã tradicional fala de locais circunscritos no espaço e que seriam o céu, o inferno e o purgatório, descrevendo o céu como um local inundado de luz branca ou dourada, em que a natureza se apresenta nesses locais sublimes, com a terra fértil, as árvores com frutos maduros, belos oásis e jardins exóticos e pradarias floridas. As estradas seriam pavimentadas com ouro, diamantes e rubis, esmeraldas e outra pedras preciosas. Por toda parte fluem fontes da juventude, mananciais de água da vida, lagos transparentes e rios de leite e mel. Óleos aromáticos regam os campos verdejantes e a arquitetura das construções fluídicas é translúcida, e abundam os palácios cujos adornos são de pedras preciosas, que brilham como se fossem o Sol.

Os salões dos palácios e casas são iluminados por candelabros de cristal florescentes, e os pátios são adornados com fontes e chafarizes de água cristalina. A atmosfera exala perfume suave além de incenso perfumado por todo o ambiente. Os espíritos ali estacionados são meigos e educados, apresentando uma beleza inconfundível, com traços fisionômicos diferenciados, demonstrando alegria, paz e felicidade, silenciosos e cordatos no atendimento às pessoas, não se ouvindo gritos, impropérios ou qualquer palavra que possa demonstrar agressividade ou desrespeito.

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