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Artigo do Jornal: Jornal Março 2021

Sobre o autor

Djalma Santos

Djalma Santos

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Decorridos mais de dois mil anos, da estadia de Jesus aqui no planeta Terra, persistem as dúvidas a respeito dos poderes que possuía, pincipalmente, no tocante às curas maravilhosas que procedeu, muitas vezes cercadas de mistérios e enigmas, mas, ao mesmo tempo, exercidas de uma maneira simples e direta na presença de muitas pessoas, o que sem dúvida nenhuma, lhe deu credibilidade e confiança junto ao povo daquela época.

De onde o Cristo retirava a autoridade com que falava e atuava junto aos Judeus? Certamente, ela provinha de sua elevada posição espiritual. Mas ninguém, na época, podia saber disto entre o povo, razão por que a autoridade de Jesus se baseava nos amplíssimos poderes pessoais de que dava mostra a todo momento- poderes estritamente decorrentes de sua elevação espiritual.

A mais espetaculares manifestações das faculdades espirituais do Cristo foram as inúmeras curas que efetuou, instantaneamente, às vezes à distância do doente, sem sequer vê-lo. Jesus andava pelas aldeias e cidades, curando toda doença e enfermidade e isso se tornou tão comum que as pessoas pediam que ele deixasse que o tocassem, para ficarem curadas. Nos dias de hoje, sabemos que não havia qualquer privilégio, que arranhasse a justiça dos Judeus e, sim, a alegria de ver Jesus em pessoa, o maior dispensador de bens eternos do mundo.

Outro detalhe interessante é que Jesus associava sempre às curas, a fé que impregnava a mente dos favorecidos, e houve uma localidade em que não curou ninguém, devido à incredulidade das pessoas; e o Mestre deixava implícito que a fé era a chave para o sucesso da cura. Outro detalhe importante é que as pessoas curadas por Jesus já haviam alcançado o merecimento de se livrar da prova, e isso pode ser observado na cura da mulher que tinha um fluxo de sangue inestancável, que apenas tocou as vestes de Jesus e ficou curada.

No tocante aos muitos obsidiados que receberam a atenção de Jesus, que avaliava a posição dos enfermos diante da Justiça divina e, com a força do seu magnetismo e autoridade moral, dirigia-se aos obsessores de uma forma calma e ao mesmo tempo rígida, ordenando que se afastassem da vítima, ao mesmo tempo aconselhando a não pecar mais. Esse não pecar mais significa não voltar ao erro, que uma vez praticado, nos candidata à dor, ao sofrimento e à aflição.

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