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Artigo do Jornal: Jornal Março 2021
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Muitas matérias espíritas a mancheias são publicadas revelando fatos e pesquisas que comprovam a imortalidade do espírito. Em verdade, a vida não termina com a morte e nenhuma espécie de sofisma poderá contrapor-se à evidência da realidade espiritual. A morte da morte, evidenciada por Jesus, ressurreto, aparecendo a muitos em Jerusalém, é igualmente corroborada por muitos setores científicos.

Sem dúvidas, desde o primeiro momento em que os sábios se interessaram pelo estudo da paranormalidade, a presença dos mortos foi comprovada e eles estão cada vez mais vivos, conforme anunciou o Mestre para a humanidade de todas as épocas: “Quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos” (1). O Cristo se apequenou, identificando-se com todos os humanos, desde o seu nascimento em carne, sem ferir as leis biológicas, até a sua desencarnação, em contato com os chamados mortos, pregando aos seres espirituais em sofrimento (prisão), revelando a transitoriedade da dor no além-túmulo (2).

A morte não existe. A vida continua após a falência irreversível dos órgãos. Se não houvesse vida fora do túmulo, não teria sentido a vida antes da morte. O espírito preexiste ao corpo de carne e sobrevive além da sepultura.

Eventos mediúnicos na Bíblia

No Antigo Testamento, há um relato de uma sessão mediúnica, na qual aparece o espírito Samuel, deixando uma mensagem ao rei Saul, através da pitonisa de En-Dor (3). Igualmente, Isaías, denominado de “Quinto Evangelista”, narra a presença de mortos, conversando nas “zonas purgatórias”, “sheol” ou “umbral”, surpresos por ver, na mesma situação de sofrimento, o famoso e poderoso Rei da Babilônia (4).

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