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Artigo do Jornal: Jornal Marco 2019

Sobre o autor

Jacob Melo

Jacob Melo

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No artigo do mês passado tratei de alguns aspectos que associam o sexo a atividades magnéticas, inclusive usando algumas analogias e relações com o comportamento fisiológico. Outras questões, ainda não referidas, também importam no contexto do tema.

É recorrente pergunta sobre se há ou não alguma interferência na usinagem ou exsudação magnética oriunda de magnetizadores homoafetivos. Tal como fiz acima, quando relacionei a postura alimentar com a sexual, vou primeiro pontuar sobre o comportamento em geral de qualquer magnetizador.

Na valorização dos sentimentos, o afeto enobrece os seres humanos, todavia, quando interesses se interpõem de forma tangencial, se torna comum a pretensão de generalizar para simplificar ou então para desfigurar o sentido das coisas. Dessa forma, o afeto tem sido confundido com muitas coisas diferentes e distoantes, dentre elas a libertinagem, a “força da paixão” e a promiscuidade.

Numa relação heteroafetiva pretende-se estar subentendido que ali vigora um estado ajustado e natural, pelo fato de ser um relacionamento dito convencional. Mas se essa relação for imoral, ilegal ou promíscua, ainda assim deverá ser considerada ajustada e natural? Acredito que a resposta honesta, ética e moral seja Não! E o que isso significa? Que não é o fato de se viver um relacionamento heteroafetivo que necessariamente dali sairá energias favoráveis para as tarefas que o Magnetismo produz. Quando se tem por ponto de partida que o bom magnetizador precisa estar bem física e psiquicamente, logicamente que comportamentos equivocados descompensam a qualidade requerida, o que, de certa forma, o inabilita para essas tarefas. Portanto, não é o convencional ou o não-convencional que determinará da qualidade dos fluidos e sim, dentro desse quesito, os aspectos éticos e morais.

Desse ponto já se deduz que não será o fato de se viver relacionamento homoafetivo que impedirá de alguém ser ou vir a ser magnetizador, porém a ele, assim como a qualquer outro magnetizador, também não será desculpável eventuais posturas promíscuas, posto que são estas as mais danosas à alma e aos próprios fluidos.

Refletindo sobre as implicações energéticas que o próprio organismo promove, algo precisa ser considerado. E vou retornar ao exemplo do centro gástrico. Se, como magnetizador, não respeito a alimentação e me excedo, seja por hábito ou por prazer, naturalmente irei questionar e discordar de regras que pretendam me forçar a certas restrições, pois sempre se alega que “eu me conheço”, “sempre fui assim”, “em mim isso não faz diferença”, “meu livre arbítrio me permite”. Só que por trás disso tudo existem as leis naturais, sejam orgânicas, perispirituais (fluídicas, portanto) e espirituais. Os excessos cobrarão seu preço e a resultante disso será usinagens descompensadas e pouco produtivas, ou ainda exsudarão fluidos de qualidade inapropriada para as assistências magnéticas.

Em cima disso temos a Natureza que nos dispôs com energéticas peculiares ao tipo sexual morfogênico que trouxemos nesta roupagem, os quais nos induzem hipoteticamente, ainda que sob forma didática para entendimento da questão, a dizermos que uma seria positiva e a outra negativa para assim se complementarem energeticamente, quer dizer: a genética masculina seria de um tipo energético e a feminina do tipo oposto. Quando ocorre uma relação sexual heteroafetiva, a fusão energética é ajustada e natural, pois se complementam. No caso da relação sexual homoafetiva, essa fusão fica desajustada, por não atender ao princípio da polaridade energética. Aí então surge ou ressurge a questão: isso interferirá ou não nos processos de magnetização?

Não temos nenhuma pesquisa, pelo menos até onde eu saiba, nem acadêmica nem mesmo de forma amadora, que tenha investigado essas possibilidades, logo alguma dedução que se tire serão apenas suposições a serem pesquisadas, confirmadas ou negadas.

Entretanto existe um outro conjunto de fatores demasiadamente relevante nessa questão: a afetividade, o sentimento e o amor. Se no relacionamento, homoafetivo ou heteroafetivo, existir a afetividade em bons níveis de entrosamento, acolhimento e respeito, os sentimentos forem nobres, honestos e de valorização da parceria, e o amor governar tudo isso, está claro que daí sairá o suprassumo dos fluidos, os quais poderão divinizar nossas humanas emissões fluídicas.

Concluindo de forma técnica lembro que os magnetizadores deverão ter em mente que o sexo é uma relevante parte da vida, mas se o transformarmos no ponto central de nossas vidas e colocarmos todo o resto em outros níveis, pelo fato do centro genésico ser o promotor dos fluidos mais densos que usinamos, essa energética poderá literalmente subir à cabeça, promovendo desajustes inimagináveis. Portanto, em todo e qualquer caso, saibamos usar a sexualidade e não nos deixarmos por ela sermos usados.

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