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Artigo do Jornal: Jornal Agosto 2016
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Antes do final do século 18, os casais não recebiam da ciência a ajuda necessária para a resolução do problema da infertilidade. Por meio da Reprodução Assistida “In Vivo”, um médico inglês, Dr. John Hunter, obteve os primeiros resultados, embora de forma não satisfatória, gerando baixo índice de sucesso. Certamente, muitos comentários conflitantes surgiram, desde que, pela primeira vez, houve fecundação humana sem a obrigatoriedade da prática sexual, o que, de forma alguma, poderia ser, em tempo anterior, sequer ventilada. Se despontasse alguém, em transata época, discorrendo a respeito dessa probabilidade, seria rotulado, certamente, como lunático ou possuído pelo demônio.

A Inseminação Assistida “In Vivo” consiste na injeção de espermatozoides móveis capacitados (aptos a fertilizar, pós-tratamento do sêmen em laboratório), no órgão uterino após a indução da ovulação. Em uma das técnicas, os espermatozoides são aplicados além do colo do útero, possibilitando o aumento do número de gametas masculinos móveis adentrando à cavidade uterina e, subsequentemente, atingir o terço distal da Trompa de Falópio (hoje conhecida como Tuba Uterina), facilitando a fecundação.

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