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Um rio que seca leva com ele muitas vidas.

O planeta Terra corre risco de acabar. Todas as pesquisas científicas mostram que o planeta está agonizando. A falta de água será a maior causa da extinção da vida no planeta.

Há exatamente 147 anos profetizou assim Allan Kardec: "Na primeira linha dos flagelos destruidores, naturais e independentes do homem, devem ser colocados a peste, a fome, as inundações, as intempéries fatais às produções da terra". Não tem, porém, o homem encontrado na Ciência, nas obras de arte, no aperfeiçoamento da agricultura, nos afolhamentos e nas irrigações, no estudo das condições higiênicas, meios de impedir, ou, quando menos, de atenuar muitos desastres? Certas regiões, outrora assoladas por terríveis flagelos, não estão hoje preservadas deles? Que não fará, portanto, o homem pelo seu bem-estar material, quando souber aproveitar-se de todos os recursos da sua inteligência e quando, aos cuidados da sua conservação pessoal, souber aliar o sentimento de verdadeira caridade para com os seus semelhantes?

Para a doutrina espírita, o fim do mundo significa apenas o fim deste ciclo evolutivo da Humanidade terrena, com o desaparecimento de todos os seus usos, costumes e instituições contrários à Moral e à Justiça.

Leia ainda as recentes pesquisas científicas sobre a escassez de água e entrevista com André Trigueiro, especialista em meio ambiente, na edição de março/2007 do Jornal Correio Espírita.

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