pteneofrdeites
Artigo do Jornal: Jornal Outubro 2021

Sobre o autor

Marcus De Mario

Marcus De Mario

Compartilhar -

Sendo a morte uma fatalidade a que ninguém escapa, e, mais dia menos dia, tendo de enfrentar o retorno de um ente querido ao mundo espiritual, não deveríamos temer conversar sobre esse tema, pelo contrário, sendo um fenômeno natural, deveríamos preparar-nos para esse evento, assim evitando maiores traumas, sempre prejudiciais.

O temor da morte existe pelo desconhecido e mistério em que envolvemos o tema, como se ele fosse proibido de ser comentado, ou que qualquer referência traia consequências funestas, macabras, ao nosso viver, mas isso não é verdadeiro.

Coube ao Espiritismo desfazer o mistério da morte.

Morrer é simplesmente largar o corpo orgânico e retornar ao mundo espiritual, de onde viemos, pois somos almas imortais presentemente reencarnadas, não somos o corpo orgânico; portanto, a morte como fim da vida não existe, é apenas a ponte de passagem para a outra dimensão da vida, ou seja, nossos entes queridos continuam vivos, e nós mesmos continuaremos vivos quando chegar o momento dessa transição.

A saudade daquele que partiu, e não mais se encontra no mundo físico, é natural; entretanto, essa saudade pode traduzir-se numa verdadeira doença para nós se não soubermos prosseguir nosso viver, assim como se traduzirá em sofrimento para o que partiu, pois receberá o impacto emocional do nosso desequilíbrio, do nosso desespero ou apego exagerado às coisas materiais que o representam. O luto deve ser exercido com equilíbrio, agradecendo a Deus pelo ente querido ter deixado o fardo pesado do corpo para voltar à sua realidade espiritual, onde continuará seu progresso e manterá conosco os laços de afeto.

Está gostando deste artigo? Deseja ler mais?

Por favor faça o login abaixo

Compartilhar
Topo
Ainda não tem conta? Cadastre-se AGORA!

Entre na sua conta