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Artigo do Jornal: Jornal Setembro 2021
Escrito por: Givanildo Ramos Costa
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Possivelmente, nós, brasileiros, não dimensionamos o que seja suplantar barreiras linguísticas num país de dimensões continentais como o nosso, onde os problemas de comunicação, em comparação aos que acontecem em muitas nações, são nenhuns.

Naturalmente que existem outras que se fazem, como as indígenas, cujas várias línguas desapareceram em função do próprio processo evolucional linguístico, e da ação danosa de povos que foram determinantes na construção da Pátria, e que embora muito ajudaram, muito prejudicaram o “elemento indígena que muito colaborou na edificação da pátria nova”, no dizer de Humberto de Campos, em psicografia de Francisco Cândido Xavier, no livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho.

Lembro-me que, recentemente, em um Congresso Brasileiro de Esperanto, em Manaus, ao entrevistar um estudante da Língua Internacional de uma etnia indígena, uma vez que apresento o programa semanal pela Rádio Rio de Janeiro, O Esperanto, a Língua da Fraternidade, disse-me que, quando nos encontros indígenas de etnias diferentes, uma das línguas usadas como auxiliar é o Tucano, para melhor se compreenderem, e olha que o Continente Americano é um dos que tem menos entraves na comunicação.

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