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Artigo do Jornal: Jornal Junho 2021

Sobre o autor

Fátima Moura

Fátima Moura

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Estamos vivenciando dias difíceis. Afastados de pais, irmãos, amigos, temos aprendido a duras penas, a conviver principalmente com o nosso próprio “Eu interior.”

Nas conversas com os amigos, confrades e conhecidos, fica claro que a incerteza do desconhecido prevalece e que o medo do que ainda está por vir, nos faz vivenciar um estado de alerta constante, causando-nos pânico, medo, síndromes de toda ordem.

Conseguir compreender nossas emoções, encontrar algum equilíbrio emocional tem sido difícil, complicado mesmo, porque estamos o tempo todo vivendo e perdendo. Alguns perdem trabalhos, vidas, amigos, parentes; outros, rotinas, modo de viver e a certeza do que ainda virá - o que me leva a afirmar que esse é um dos momentos mais difíceis que nós já experimentamos, dentro desse aprendizado constante que é a vida.

Todas as pessoas, a uma só voz, anseiam a volta da normalidade”, que seria, portanto, a constituição de um padrão que assegura às pessoas que estão contidas nele, uma certa proteção e segurança, reforçando, a garantia de sobrevivência dentro de um grupo.

No momento atual, em que estamos vivendo essa grande crise mundial, nos sentimos fragilizados, a mercê de um ser microscópico que mudou a nossa forma de viver, de nos relacionarmos, de nos conectarmos, e esse fato está nos fazendo repensar tantas coisas, que julgávamos saber de cor e salteado, como se diz por aí, mas daí, o enfrentamento desse novo caminho que se nos apresenta, se torna muito mais delicado, porque envolve dentre eles, a nossa própria mudança interior.

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