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Artigo do Jornal: Jornal Abril 2021
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Desde o tempo em que o filósofo grego Platão (427 ou 28 a.C 347) escreveu dois diálogos, O Critias e O Timeu), a palavra Atlântida vem despertando a curiosidade humana e desafiando a argúcia de arqueólogos e historiadores. Segundo a versão apresentada por Platão a lenda do continente perdido foi descoberta pelo filósofo e legislador ateniense, Sólon na cidade de Sais, no Antigo Egito. Em resumo, o relato é o seguinte:

Havia, faz muito tempo, além das Colunas de Hércules (Estreito de Gibraltar) um vasto continente onde florescia a ciência e a filosofia. Este continente, porém, submergiu castigado pelos deuses por causa da sua impiedade. Este lugar se chamava Atlântida.

Em uma ilha, chamada Basiléia, ficava o castelo do rei Atlante e um templo dedicado ao deus Atlas, o que motivou o nome da região. Em Atlântida, havia um mineral por nome oricalco que consistia no principal recurso do continente.

Desde seu início, o mito da Atlântida foi encarado como uma narrativa fabulosa sem a menor base na realidade.Com o passar do tempo, porém, geógrafos, geólogos, arqueólogos, ocultistas revisaram esta posição e desenvolveram argumentos, que pretendiam ser científicos, a respeito da existência real da Atlântida, que segundo eles, havia existido antes do dilúvio bíblico.

Os estudos sobre a Atlântida existem desde a Antiguidade, passando pela Idade – Média e o Renascimento, mas aumentaram, consideravelmente, no século XVIII quando se dá uma retomada do misticismo, a descoberta da religião dos druidas o que reforçou o Hermetismo que havia surgido no século anterior.

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