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Artigo do Jornal: Jornal Março 2021
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Após completar a obra de sua Codificação doutrinária através de O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns e O Evangelho segundo O Espiritismo, com os quais ergueu a estrutura de nossa filosofia sobre o alicerce científico dos fenômenos mediúnicos, colocando nela paredes bem cimentadas de religiosidade ética e não ritualística, Allan Kardec nos ofertou interessantíssima descrição da vida espiritual escrevendo e editando o volume O Céu e o Inferno, em cuja SEGUNDA PARTE, como EXEMPLOS, reproduz depoimentos de Espíritos felizes, Espíritos em condições medianas e Espíritos sofredores, suicidas, criminosos, arrependidos, endurecidos e sujeitos na última existência material à expiações terrestres.

Na referida brochura, exatamente nas páginas 32/33 da 43ª edição da FEB, há um trecho que merece ser comentado no presente artigo. Ei-lo:

“No intervalo das existências corporais o Espírito torna a entrar no mundo espiritual, onde é feliz ou desgraçado segundo o bem ou o mal que fez.

“Uma vez que o estado espiritual é o estado definitivo do Espírito e o corpo espiritual não morre, deve ser esse também o seu estado normal. O estado corporal é transitório e passageiro. É no estado espiritual sobretudo que o Espírito colhe os frutos do progresso realizado pelo trabalho da encarnação; é também nesse estado que se prepara para novas lutas e toma as resoluções que há de pôr em prática na sua volta à Humanidade.

“O Espírito progride igualmente na erraticidade, adquirindo conhecimentos especiais que não poderia obter na Terra, e modificando as suas ideias. O estado corporal e o espiritual constituem a fonte de dois gêneros de progresso, pelos quais o Espírito tem de passar alternadamente, nas existências peculiares a cada um dos dois mundos.”.

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