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Artigo do Jornal: Jornal Fevereiro 2021
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No artigo precedente sobre o direito de discordar, focamos um tema relevante na atualidade do movimento espírita brasileiro: o inegável valor dos fenômenos mediúnicos para a doutrina que professamos, aliás deles decorrente.

Abordando o assunto reproduzimos um trecho da lavra de Allan Kardec inserido no volume O Céu e o Inferno, constante da página 14 na 43ª edição da FEB. No presente escrito, apraz-nos transcrever outro extrato do mesmo tomo, contido na página 12, porque ele mostra como é importante para o Espiritismo não apenas dizer que somos imortais, que sobrevivemos à inevitável desintegração do corpo físico, coisa que todas as religiões fazem, mas provar isto por intermédio dos fenômenos mediúnicos, o que somente nós fazemos, destruindo a crença no nada, no materialismo aético e ateu, com suas consequências danosas para os seres humanos.

Eis o referido extrato:

“Pela crença em o nada, o homem concentra todos os seus pensamentos, forçosamente, na vida presente.

Logicamente não se explicaria a preocupação de um futuro que se não espera.

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