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Artigo do Jornal: Jornal Junho 2019

Sobre o autor

Fátima Moura

Fátima Moura

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       “Vivemos em uma sociedade de alienados, sujeitos que não conseguem sequer interpretar um texto, nossas crianças são “condicionados nas escolas”, jamais educadas. Infelizmente não há cultura neste país da desigualdade. Parece que perdemos a capacidade de raciocinar, de entender o contexto e complexidade de tudo o que  nos cerca. Ninguém discute com seriedade o que está levando a nossa sociedade a viver na idade das trevas”, diz um texto de autoria de Isabel Gonçalves –  oceanógrafa, Mestre em Educação e Doutora em Educação Ambiental, veiculado no site “Pensador Anônimo”(https://pensadoranonimo.com.br/#

       Triste realidade aquela à que estamos submetidos. Muitos pais pouco conversam com seus filhos, não os orientam sobre assuntos pertinentes ao mundo do jovem e da criança. Movidos pela falta de tempo e de espaço, estão preocupados apenas em barganhar amor e receptividade dos pequenos e jovens com presentes, roupas caras ou tênis de marca.

       No universo juvenil, o sentimento de pertencer a uma tribo ou a algum grupo que lhe traga alguma importância faz com que o jovem realize atos com os quais nem concorde, mesmo sem saber muito bem porque está filiado àquelas ideias, fazendo muitas vezes coisas inimagináveis, só para se sentir inserido naquele grupo.

        Por outro lado, busca sentir-se inserido em um mundo baseado em mentiras, onde lhe é passado que o mais feliz é o que tem mais dinheiro, um corpo perfeito, estuda no colégio mais caro, tem um carro do ano e mora em apartamento de frente para a praia. É a valorização do TER e não do SER.

       E o jovem segue despreparado, muitas vezes a mercê das drogas, da depressão, do suicídio, tão antenado às atualizações de suas conversas no WhatsApp, mas tão desplugado de valores éticos e morais.

       A invasão das mídias sociais em nosso dia a dia, quase nunca nos deixa perceber que estamos mais próximos dos amigos “virtuais” do que daqueles que compartilham conosco o mesmo espaço na família, nosso real espaço de convivência e aprendizado.

       Finaliza o artigo: “Na sociedade do consumo do corpo perfeito, da vida perfeita, do ser perfeito, não existe espaço pra “ser humano”, não existe lugar “para sermos quem somos”, aqueles que exibem suas imperfeições, pois o imperfeito não cabe na aparência perfeita do mundo da mentira.

       Aprendemos com a Doutrina Espírita; o quanto pode ser positivo para as crianças e jovens entrarem em contato com o conhecimento espírita desde a infância, ajudando assim na construção de valores éticos e morais e na desconstrução de algumas inverdades, que tanto podem influenciar suas ações na idade adulta.

        É na  adolescência que o espírito retoma a sua natureza e se mostra tal qual era, ou seja, expressa nas necessidades de aprendizado e evolução tudo o que necessita em seu processo reencarnatório, como nos diz Allan Kardec em  “O Livro dos Espíritos”.

       Não somos perfeitos. Apenas fomos criados simples e ignorantes, para sermos lapidados ao longo das vidas sucessivas.

       Jovem, se você já conheceu a Doutrina Espírita ou já teve oportunidade de descobrir-se um espírito imortal, construa seu mundo verdadeiro, baseado nas descobertas de um eterno aprendiz!  Pense nisso!

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