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Artigo do Jornal: Jornal Maio 2019

Sobre o autor

Fátima Moura

Fátima Moura

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Começo esse artigo citando uma frase que julguei bastante interessante e que li na Internet dia desses. “Jovem: Estude, trabalhe, tenha cuidado com as drogas e dê um beijo na sua mãe cada vez que puder.”

Desconheço o autor mas considerei o texto muito oportuno, por resumir, de maneira simplificada, o respeito e a consideração que devemos ter com os nossos pais, nossos primeiros educadores.

De repente, em meio a tantas postagens desconexas, tanta cultura inútil lançada a esmo nas redes sociais, alguém com o seu conhecimento empírico, alguém que talvez nem seja um escritor, um filósofo, uma pessoa pública, talvez um pai, um avô, um cuidador, um poeta, movido por melhores intenções, se dirige aos jovens de maneira sucinta e deixa um precioso lembrete.

Uma amiga não espírita, que me acompanhava no momento da leitura, não se furtou em emitir suas impressões, segundo as suas próprias convicções. “Realmente, o mundo está mesmo perdido, enfatizou. Não sei se teria coragem de criar um filho nos dias atuais. Drogas, violência, desrespeito. Ociosidade. Os jovens estão desinteressados de tudo. Os pais não têm mais voz ativa. O mundo está uma verdadeira bagunça!”

Consequentemente tudo isso me fez pensar no papel dos pais e principalmente da família escolhidas pelo espírito reencarnante, segundo nos dizem os amigos espirituais.

Como espíritas, sabemos que ao renascer na Terra, na família que foi escolhida e ajustada para si, o espírito herda dos pais apenas as características do corpo físico.

Sua influência real, o desabrochar de sua verdadeira essência, ele vai herdar dos meios familiar e social em que nasce e vive, e, como tem o livre arbítrio a seu favor, é livre nas suas decisões, recebendo e sendo influenciado por situações e atitudes que mais se afinem com as tendências trazidas de outros aprendizados.

Segundo a Redação do Momento Espírita com base no cap. 20 do livro Iluminação interior, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal, o espírito Joana de Ângelis nos alerta:

“Retornam, como nossos familiares, espíritos com os quais necessitamos conviver e aos quais devemos aprender a amar.

Na vida familiar os Espíritos vinculados têm a convivência necessária para aprender comportamentos saudáveis, para praticar o amor e o respeito mútuos.

É por esta razão que habitualmente não se tem a família que se gostaria de ter, mas aquela que necessitamos para valiosas conquistas espirituais.

Deus, em Sua imensa bondade, frequentemente, nos permite o retorno, junto a alguns Espíritos com os quais já tenhamos evoluído afetivamente, sendo, para nós, os familiares que mais nos amam e por nós são amados.

É possível entender, portanto, que o ambiente que temos em nossa casa é resultado da semeadura que fizemos em passado distante.

Com base nesses esclarecimentos, concluímos que os laços mais importantes são constituídos por nossa família espiritual, que aumenta e se entrelaça a medida que o nosso círculo de afeições se amplia e tudo vai depender de como vamos cultivar esses laços e essa vivência.

Deixo aqui também o meu recado: Jovem, ouça os conselhos de seus pais, fuja dos vícios, seja amável, atencioso, aproveite a grande oportunidade de estar junto àqueles que irão aprender e ensinar junto com você e se esforce para dizer a seus pais, de vez em quando, o quanto você valoriza essa oportunidade!

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