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Jornal de Julho de 2020

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       Dentre as revelações de Deus aos homens, a última operou-se por intermédio do Espírito da Verdade, que clarificou a Boa Nova cristã com os ensinos da doutrina dos espíritos. Quanto filosofia de caráter científico e moral, o espiritismo notabiliza-se por ser, antes de tudo, um cânone de consolo. Traz, em toda sua essência, a caridade como preceito inafastável para se alcançar a salvação e a felicidade em nossa jornada evolutiva.

       Dentre as leis morais do Criador, promulgadas em nossa consciência, a caridade completa a trilogia divina de justiça e amor. Por meio de Moisés, Deus despertou no homem a Lei de Justiça, ensinando-lhe o valor do respeito ao próximo. Por intermédio de Jesus, Deus lembrou ao homem a Lei de Amor, instruindo-lhe no perdão às faltas alheias.

       Completando suas lições, Deus, através do Espírito da Verdade, acordou o homem para Lei de Caridade, esclarecendo-o para a necessidade de ser indulgente e solidário para com nosso semelhante. Tal ensinamento não é novo, tampouco uma inovação exclusiva do espiritismo. A doutrina católica classifica a caridade como uma das virtudes teologais e uma das sete virtudes divinas do homem.

       Tem origem em Ágape (do grego: amor ou caridade). É um sentimento que pode ter dois significados, o sentimento para si mesmo e ao próximo. Segundo Paulo, na primeira missiva aos Coríntios, capítulo XIII, verso XIII, in fine: “o maior destes (virtudes) é o amor (ou caridade)”. Guarda estreito sentido com a máxima de Cristo: “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.

       E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes” (Marcos XII: XXX e XIII). A caridade, segundo o Espírito da Verdade, tem um sentindo amplo com um significado singelo. Na questão 886 dO Livro dos Espíritos, Kardec pergunta: “Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus? Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas”.

       Complementando a resposta dos espíritos, Kardec nos ensina que “O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça. Pois amar o próximo é fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejáramos nos fosse feito. Tal o sentido destas palavras de Jesus: Amai-vos uns aos outros como irmãos.

       A caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, abrange todas as relações em que nos achamos com os nossos semelhantes, sejam eles nossos inferiores, nossos iguais, ou nossos superiores”.

        Em termos de ciência jurídica, a caridade guarda estreita relação de pertinência temática com o princípio da solidariedade, o qual determina que os riscos de vida em sociedade sejam compartilhados por todos os indivíduos, de maneira que sejamos responsáveis por auxiliar aos que necessitam.

        Para alcançarmos o modus vivendi caritativo, necessário se faz desenvolver, segundo a filosofia comportamental, um preceito denominado empatia, que é a capacidade de entender e sentir o que o próximo está passando.

       Trata-se, portanto, do exercício afetivo e cognitivo de buscar interagir e perceber a situação vivida pelo próximo, indo além de si próprio. Sob aspectos de ciência econômica, a caridade é o instrumento que incentiva os indivíduos a colocarem suas rendas e riquezas em circulação, permitindo que o maior número possível de pessoas tenha acesso a elas para satisfazer suas necessidades consumeristas, por meios lícitos, dignos e morais.

        Em uma simples analogia à física, podemos entender o amor como uma lâmpada, um instrumento de iluminação. Todavia, para a lâmpada produzir sua luz, mister se faz que uma energia (eletricidade) circule a faça brilhar.

       A caridade é a energia motriz do amor, que o faz circular por todos os seres inteligentes da criação. Sem a caridade, o amor é incapaz de iluminar os indivíduos e fazê-los alcançar todo o seu potencial angélico e divino. Por isso, a máxima de nós, seguidores da doutrina dos espíritos, é fora da caridade não há salvação.

        A caridade é a testificação da fé. É o testemunho diante dos olhos do Criador de que suas leis são fielmente executadas por seus filhos, que não são indiferentes à dor e ao sofrimento alheios. O Evangelho de Tiago, II, nos ensina: “Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo? (XIV) ... Vedes então que o homem é justificado pelas obras, e não somente pela fé (XXIV) ... Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta (XXVI)”.

 

Fontes bibliográficas:

Kardec, Allan - O Evangelho Segundo o Espiritismo. Trad. Guillon Ribeiro. 112ª Ed. FEB. 1995;

Kardec, Allan - O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. 76ª Ed. FEB. 1995;

Biblia on line. https://www.bibliaonline.com.br/

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