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Artigo do Jornal: Jornal Julho 2016

Sobre o autor

Saulo de Tarso

Saulo de Tarso

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Os jogos olímpicos atravessaram eras e gerações desde os tempos mais idos na Grécia antiga. O esporte é um mediador de forças sadias que objetiva a aproximação dos povos e raças. Viajando no tempo com a tocha olímpica, voltamos ao início dos jogos no ano de 776 a.C., às margens do rio Alfeu, e dedicados aos deuses gregos, onde os jogos eram realizados.

       Após 28 séculos, chegam ao hemisfério Sul, no Brasil e apesar de protestos e desistências por parte de alguns atletas, que por medo de se contaminarem pelas doenças tipo zika virus e outras, desistiram de competir.

       A cidade do Rio de Janeiro, já respira o ar olímpico, onde restaurantes, lojas , hotéis e campanhas publicitárias se voltam para este evento.

       Neste momento grandioso, podemos de fato ter a oportunidade e a motivação de aprender a superar grandes desafios não só seguindo exemplos de atletas paralímpicos, mas também exemplos como o do  australiano Nick Vujicic, que se tornou palestrante motivacional, que viaja o mundo contando sua história. Ele nasceu sem os membros (nem braços nem pernas), porém, sua deficiência, ao contrário do que se imagina, não significa que ele não possa ter uma vida feliz.

Aqui, junto de nós tivemos o saudoso  Luiz Antonio Millecco (1932-2005) autor de mais de duzentas músicas, que se graduou pelo Conservatório Brasileiro de Música, do Rio de Janeiro. Criador da primeira técnica brasileira de trabalho clínico músico-terapêutico, denominada "músico-verbal", tornou-se ainda escritor e médium psicógrafo.

       Com amigos fundou a Sociedade Pró-Livro Espírita em Braille. Portador de deficiência visual, sendo cego de nascença, jamais deixou de ensinar e motivar a todos nós com suas belas canções e palestras.

       Que possamos vivenciar esses exemplos impulsionando uma corrente de otimismo e fé em um grito: Avante Brasil!

       Muita Paz!

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