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Artigo do Jornal: Jornal Julho 2013

Sobre o autor

Jacob Melo

Jacob Melo

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    maldadeEste artigo tanto poderia ser interrogativo, como exclamativo ou apenas afirmativo. Cabe um artigo para cada dessas três opções. Por hoje vou ficar com a terceira.

    Sabemos que deixamos o Magnetismo, como Ciência, completamente arquivado e esquecido, de uma forma distante e muito acomodada, daí não ser de boa medida dele esperar para logo as grandes vitórias que almejamos e pelas quais seguimos buscando.

   Apesar disso, o êxito que vem sendo obtido em diversos tratamentos comfirmam que estudar, pesquisar e prosseguir são comportamentos fundamentais para se vencer o obscurantismo em que foi relegada tão preciosa Ciência. E aqui estão alguns exemplos:

   - A depressão, esse mal insidioso, alarmante e devastador, já tem um excelente método de ajuda e superação no magnetismo prático, desde que haja uma verdadeira proposta de empenho e vitória por parte de quem pretenda agir para vencê-la; e o método orienta de forma objetiva e responsável. No caso, meu livro A cura da depressão pelo Magnetismo literalmente ensina como fazer para ajudar aos depressivos, seja pelas técnicas, seja pela renovação do sentido profundo da esperança.

   - Sobre a hepatite C, já contamos com alguns métodos que favorecem enormemente na cura dessa enfermidade. E isso não é segredo: basta que se consultem os exemplares do jornal eletrônico Vórtice, do qual todas as edições estão disponibilizadas em meu site: www.jacobmelo.com.

   - Outro mal de difícil tratamento é o autismo. Quem poderia imaginar que o Magnetismo, largamente defendido por Allan Kardec e pelos Espíritos da Codificação, tão logo reiniciássemos seu estudo rapidamente apresentaria metodologia bastante eficaz, trazendo a lume verdadeira esperança para tais casos? As experiências de Ana Vargas, em Pelotas-RS, são o mais eloquente comprovante de como essa esquecida Ciência poderia vir norteando nossas vitórias tanto nesse mal como no campo da saúde em geral!

   - Os Encontros Mundiais de Magnetizadores Espíritas, realizados anualmente e já com seis edições realizadas, confirma que só cresce o interesse de novos grupos, com mais e mais estudiosos pretendendo apresentar trabalhos, surgindo novas pesquisas e novos estudos envolvendo doenças complicadas e sem solução pela Medicina, tudo delineando uma trajetória luminosa, rica, plena de esperanças e dias mais condizentes com as mudanças favoráveis que todos almejamos. (Apenas para informar, em 2014 teremos o 7º Encontro Mundial de Magnetizadores - EMME, que ocorrerá na cidade de Curitiba-PR. Em meu site, se você tiver interesse, ali acompanhará as notícias acerca desse evento e quando estarão abertas as inscrições, tanto para participantes como para apresentação de temas).

   Lamentavelmente, por outro lado…

   Vão surgindo pessoas que, sem qualquer justificativa e apesar de seus conhecimentos espíritas, seguem firmes condenando a busca por essa ciência que Allan Kardec tão bem avalizou e referendou. Vestem-se de títulos e até patentes - como "diretor", "doutor(a)", "expositor internacional", "médium", "tutor" - para se dizerem seguidores de Kardec, mas, por suas posturas, contraditando-o de forma grosseira e sem qualquer respaldo doutrinário, já que negam a própria Codificação. Tal atitude lembra a assertiva de Jesus em Mateus (7,21): "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus." Por outro lado, Lucas, (6), nos assevera: "O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem; e o homem mau, do seu mau tesouro tira o mal; pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. E por que me chamais: Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu vos digo?". Ou seja: não basta nos dizermos espíritas ou seguidores de Allan Kardec; importa segui-lo com retidão e justiça, sem sofismas ou desvios.

   Porque agindo de forma equilibrada e feliz chegaremos às benesses que toda a humanidade aguarda.

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