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Artigo do Jornal: Jornal Maio 2016
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Ter um(a) empregado(a) e não lhe assinar a carteira, deixando de reconhecer os seus direitos trabalhistas como férias e décimo terceiro salário

É ilegal que se tenha uma pessoa trabalhando para nós sem que respeitemos os seus direitos trabalhistas, entretanto, nem sempre as pessoas respeitam esses direitos, principalmente. Nos casos das empregadas domésticas, muitas delas consideradas membros da família, mas, sem dúvida alguma, com um tratamento muito inferior aos dos outros membros. Conheço casos em que a empregada doméstica não é dispensada para estudar, não come a mesma comida de seus patrões; não possui plano de saúde, nem mesmo assistência médica primária, não lhes pagam nem o décimo terceiro e nem as férias e nem as horas extras.

            Estamos aqui diante do egoísmo e de sua filha dileta, a insensibilidade. Pessoas que agem assim o fazem por acreditar que têm o direito de serem servidas se a natural contrapartida e isso não tem outro nome senão o nosso já conhecido egoísmo. Ao mesmo tempo, ela não tem piedade da condição em que vive a pessoa que lhe serve. Se ela está bem no quarto de empregada que, às vezes não passa de um cubículo; se ela tem vontade de estudar; se está bem de saúde; se está feliz ou infeliz em sua vida particular, e isso é chamado de insensibilidade.

Há também ainda uma grande dose de preconceito quando essa pessoa acredita que o mundo está dividido entre os que servem e os que são servidos e ela pertence ao segundo grupo e ainda diz: graças a Deus. O mundo está cheio de pessoas assim que, quando desencarnam exigem um tratamento VIP quando em verdade o que merecem é um tratamento apenas justo.

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Ter consigo material pornográfico para uso privado

Muitas pessoas têm em suas casas material pornográfico, como filmes e revisas de sexo explícito, entre outros. Essas pessoas cometem dois erros graves: um espiritual e o outro material e de ordem moral. O espiritual diz respeito à grande quantidade de espíritos desencarnados que, atraídos pelas imagens mentais emitidas pelo espectador, vem até sua casa para gozar com eles as coisas que apreciavam quando encarnados.

Aqui acontece algo muito semelhante ao vampirismo de que são objetos os alcoólatras, coisa que já vimos em outra parte deste trabalho. Os espíritos sexófilos ou sexólatras formam um grupo do qual fazem parte os estupradores, pedófilos e rufiões desencarnados. Seus fluidos são pesadíssimos, assim como as ondas mentais que emitem. Assim, esses tipos de espíritos trazem consigo perturbações graves que afetam aquele que eles vampirizam.

       O problema material é o seguinte: as pessoas que fazem uso do material pornográfico costumam se defender com o argumentando: Eu gosto de pornografia, mas esta é uma questão pessoal. Quando manipulo este material faço-o em minha privacidade e sozinho, não envolvendo pessoa alguma nesta prática. Logo a minha ação não ofende a pessoa alguma.

       Este argumento parece correto mas é um sofisma, uma vez que não considera que as pessoas que gostam de pornografia costumam comprá-las em lugares adequados como as pornoshops. Ao fazerem isso, os consumidores de pornografia alimentam o mercado pornográfico que explora mulheres e crianças de um modo cruel e desalmado. Ora, a pessoa que contribui para um mal é no mínimo cúmplice deste mal.

       Gostaria de lembrar aqui que o sexo é sagrado e foi criado por Deus para que os espíritos pudessem vir à Terra para experiências regeneradoras. Há, entretanto, ao lado deste sexo sadio e ético, desvios significativos que deturpam a função divina da sexualidade, criando em torno dela um comércio que, não raro, associa-se às drogas e a outras mazelas humanas. Assim é falso o argumento de que o usuário de pornografia que o faz na intimidade de seu lar não pratica nada de errado.

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